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c h a n g e
I don't need it. I don't wanna need you. I don't need love, I don't need you. Go away. Please.
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Vem cá, quero saber de uma coisa, mas quero uma resposta concreta. Então, você aí que é do clube de xadrez, me responda. Por que existem despedidas? Aquele “tchau”? Adeus e au revoir? Poderia tudo ser resumido num sorriso e um aperto de mão. Um olá e mais um olá. E mais um, e, olá! tudo bem, como vai você? Por favor, não suma da minha vida. Aceita uma xícara de café? Um pão francês da padaria da esquina? Aqui tem suco de laranja, mas é artificial. Também tenho uns biscoitos, mas acho que estão murchos. Ah, eu também tenho uns filmes aqui, se quiser ver… Olha! A vista da minha janela. Bonito, não? Sei que gosta de gatos, posso lhe dar um de presente. Por que não passeamos um pouco? Sentar no banquinho do parque em frente ao lago, tacar migalhas para os pássaros. Só não vire as costas para mim. Não acene, não arrume as malas. Não mude o número do seu celular, não proíba o porteiro a minha entrada. Tenta não me esquecer, como os outros fizeram. Tenta não dizer aquele “tchau”. Esse adeus eu não aguento.



Cara música, obrigada por estar ao meu lado sempre que eu precisei.



Eu já vi tanta coisa. Já vi a morte de incontáveis pessoas por motivos idiotas, banais. Já vi pessoas sorrirem quando queriam desabar, já vi pessoas serem fortes em momentos que deveriam estar desabando. Já vi pessoas perderem o controle e pessoas que o mantém de maneira inacreditável. Já vi pessoas calorosas demais e pessoas frias demais, assim como as pessoas neutras. Já vi casais que se completavam, casais que separaram porque não se entendiam e casais que guardavam o sentimento apenas pra eles e não para mostrar às pessoas. Já gente chegando e também já vi gente indo embora. Já vi pessoas que não souberam lidar com problemas e pessoas que adoravam ajudar. Já vi pessoas egoístas demais e também pessoas solidárias. Já vi tanta gente ignorante. Já vi pessoas lutarem por seus sonhos e pessoas desistirem deles. Já vi pessoas que faziam as outras sonhar e pessoas que não queriam sonhar, prendendo-se à realidade. Ah, meu caro, eu já vi tanta coisa… Comecei a reparar nas pessoas. Nos seus defeitos, nas suas qualidades. Ninguém é igual a ninguém, uma de minhas várias conclusões. Se começarmos a reparar em tudo, veremos que a “rotina” não existe. Sempre tem algo mudando. Sempre tem algo se transformando nessa louca estrada da vida. Gente vai, gente vem. Gente se instala e fica ali pra sempre. Cria casa, cria vida dentro de outra vida. E assim vai. Ficando ali, esquecendo de sair. E quando sai, dói… Por isso é bom esquecer de sair. Pra sempre.



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Não deixe que seus sonhos sejam apenas sonhos. Torne-os realidade.



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Nunca acredite no “sempre”.



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Sabe, eu acho que dá pra comparar o que a gente um dia teve com uma foto. No começo a gente acha legal, estampa em algum lugar pra todos verem. Depois - pra você - ela se desgastou, ficou comum, normal, perdeu a graça. E você a descartou. Jogou no lixo, esqueceu. Esqueceu que a foto também era importante pra outra pessoa, que a perdeu. Esqueceu que outra pessoa também fazia parte da foto. Mas você a descartou. Sem nem olhar para trás.



(E)u (s)ei (que) vou (c)ons(e)gui(r).



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E só pra ver como com você tudo é diferente, eu não costumava me preocupar com o futuro. Aí eu te conheci. Agora eu peço todos os dias pra vida não me tirar você



Sentir você perto por vontade própria. Que você fique porque me acha importante. Que você não vá. Que você fique ao meu lado. Sentir teu cheiro, sentir teu toque. Sentir tua presença. Sentir teu sorriso iluminar o ambiente, sentir você me envolvendo com os braços. É muito pedir isso? Sentir você perto? Sentir você sendo meu? 



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Às vezes, quando nos apegamos a algum lugar, não é pelo lugar em si, e sim pelas pessoas que lá estão.